Procuradoria Especial da Mulher de Novo Hamburgo será conduzida pela vereadora Tita

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Crédito: Maíra Kiefer/CMNH

A Procuradoria Especial da Mulher de Novo Hamburgo, inaugurada em março de 2018, possui nova procuradora. Em coletiva de imprensa realizada na última terça (28), a vereadora Tita (PP) recebeu a passagem de bastão da vereadora Patricia Beck (PPS), primeira procuradora especial da mulher no município.

A coletiva de imprensa, além de oficializar a troca da liderança, foi o cenário para a prestação de contas deste primeiro ano de atividades. Patrícia Beck e a servidora Carolyne Andersson mostraram dados do trabalho desenvolvido, por meio da exibição de matérias publicadas e dos materiais gráficos – banners, flyers, marcadores de página e cartazes – usados para divulgação das ações. Em 2018, duas campanhas com enfoques distintos foram promovidas: “Não é Não”, cujo objetivo era o combate e prevenção a casos de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, e “Fale Agora”, que tinha como alvo a violência doméstica.

Durante seu pronunciamento, a vereadora Tita reiterou a intenção de dar continuidade às propostas desenvolvidas na gestão anterior e disse que desempenhará seu trabalho de mãos dadas com a colega Patricia. Em seu novo propósito, a Procuradoria se debruçará nas áreas de educação, promovendo palestras, seminários e ações específicas em escolas e universidades; atendimento, realizando atividades nos bairros e programas de capacitação; integração, mantendo a agenda da Rede Laço Lilás e parcerias com a iniciativa privada, oferecendo atendimento nas áreas de estética e saúde bucal e possibilitando o acesso a informações; e eventos, promovendo jantar beneficente e maratona solidária.

Segundo Tita, a intenção é reforçar a divulgação dos serviços e dos caminhos da Rede Integrada Laço Lilás, que já tinha como uma de suas principais bandeiras a luta pela Sala Lilás, local reservado para mulheres vítimas de violência realizarem exame de corpo de delito. “Vamos nos empenhar e procurar apoio de órgãos que possam ajudar na implantação desse local”, indicou. Ela enfatizou também a função essencial da Procuradoria Especial. “É um órgão encaminhador. Se mulheres não vêm à Procuradoria, não estamos conseguindo fazer com que as famílias saibam que existem pessoas preocupadas com a situação delas.”

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