Prefeitura de Campo Bom bloqueia praças e parques para evitar propagação do coronavírus

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Pessoa que promover festa em local aberto ou fechado pode ser multada em mais de R$ 600 

Campo Bom terá medidas mais drásticas visando ao combate contra o Coronavírus – Crédito: Max Machado/Jornal RS

Após o crescimento de casos de Coronavírus na cidade, a prefeitura de Campo Bom decidiu bloquear os acessos aos principais parques e praças do município para impedir o alastramento da Covid-19.  Entre as medidas que foram implementadas por determinação do prefeito Luciano Orsi a partir do último dia 22, estão a interdição de brinquedos e quadras esportivas e a proibição de tráfego de veículos em algumas vias desses locais. “Nos vimos obrigados a adotar essas medidas mais drásticas tendo em vista o número de pessoas que insiste em circular pelos espaços públicos sem qualquer tipo de proteção, como máscara”, justifica o prefeito. Campo Bom foi a primeira cidade do Rio Grande do Sul a registrar  caso de coronavirus e ficou  48 dias sem novos registros.

Novo decreto  

O decreto do último dia 22 visa a fortalecer medidas de prevenção ao coronavírus. O documento traz limitações na circulação de pessoas, permite que a Administração responsabilize a pessoa física que promova festa em locais abertos ou fechados gerando aglomeração de pessoas e determina o fechamento de espaços públicos, como Parcão, complexo do CEI e praças. Para isso haverá bloqueio físico do CEI com acesso de moradores pela Rua 20 de Setembro; proibição de estacionamento no entorno do Largo Irmãos Vetter, da pista de atletismo e de praças em horários específicos e isolamento de alguns brinquedos em praças. Agentes de Trânsito atuarão nesta fiscalização.

Reforçando as orientações, placas serão fixadas indicando restrição ao uso, aglomeração e/ou permanência em ambientes públicos abertos. Pela resolução, os cidadãos são orientados a só saírem de suas residências para aquisição de bens e serviços específicos para evitar a propagação do coronavírus.

A multa a quem descumprir o previsto no decreto, seja pessoa física ou jurídica, tem o valor de R$ 604,88 e, em caso de reincidência, será aplicada em dobro. Persistindo a desobediência, em se tratando de pessoa jurídica, prevê interdição do estabelecimento e cassação do Alvará.

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