Portão – Presidente da Câmara devolve mais R$ 600 mil à Prefeitura

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Valor é oriundo de economias do segundo trimestre deste ano  

Ofício da devolução do valor foi entregue na terça-feira – Crédito: Marcelo Fiori/CMP

O presidente do Poder Legislativo de Portão, Adair Rocha (MDB), oficializou na manhã desta terça-feira (7) a devolução de R$ 600 mil ao governo municipal. Em ato em seu gabinete junto ao prefeito Renato Chagas (PDT), Adair explicou que o dinheiro vem das economias da Câmara de Vereadores no segundo trimestre deste ano. “Temos feito uma gestão enxuta, em que se gasta apenas o necessário. Já foi assim no primeiro trimestre, o que nos permitiu devolver R$ 350 mil no mês de março, e assim será até o final deste ano”, antecipa o presidente.

A economia de dinheiro tem sido a tônica da gestão 2020 da Mesa Diretora do Legislativo, principalmente em função da pandemia do novo coronavírus. Conforme Adair, o momento exige extrema responsabilidade dos gestores públicos, que devem não somente ser transparentes com os recursos financeiros, mas também aplicá-los com eficiência por conta da recessão. “Já poupamos R$ 950 mil de janeiro até junho. Acredito que nos próximos meses será possível devolver mais uma boa soma ao Executivo”, salienta Adair.

No momento certo 

Segundo o prefeito, a devolução do Legislativo vem em boa hora, porque a arrecadação de Portão tem ficado abaixo das expectativas e, ao mesmo tempo, as despesas sobem, principalmente na área da saúde. “Estes R$ 600 mil que a Câmara nos devolve serão úteis para a retomada do programa Saúde na Estrada, levando atendimento às comunidades rurais. Precisamos somente contratar as equipes médicas, algo que não será fácil devido à pandemia”, esclarece Renato.

Ao conversar com o chefe do Executivo, Adair deixou como sugestão que se avalie a possibilidade de instituir, neste segundo semestre, políticas de desenvolvimento econômico e social que ajudem a preservar empregos. A ideia dele é a prefeitura prestar algum tipo de auxílio às pequenas e médias empresas, pois são as que mais sofrem nesta crise.

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