Portão – Leco reivindica ação preventiva contra diabetes nas escolas

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Vereador também falou sobre a reivindicação de pediatria 24h em Portão

Leco (foto) quer ação preventiva contra diabetes nas escolas – Crédito: Marcelo .Fiori/CMP.

Alexsandro Argenta, o Leco (MDB), apresentou na sessão da última segunda-feira o Projeto de Lei (PL) 68/2019, de sua autoria, cujo objetivo é instituir o Programa de Prevenção ao Diabetes nas Creches e Escolas Públicas Municipais. “De cada mil crianças, sete desenvolvem essa doença a cada ano. Pelo meu projeto, na hora em que os pais forem matricular o filho, irão receber formulário com algumas perguntas sobre hábitos alimentares. Conforme as respostas, a criança já é encaminhada a uma instituição para acompanhamento nutricional, tendo direito a uma merenda diferenciada.”

De acordo com o parlamentar, o programa não traria custos para o município e, além disso, vai reduzir a mortalidade infantil e outras consequências graves, como a amputação de membros.

Quanto à reivindicação por serviço público de pediatria 24h em Portão, ele destacou na sessão que a Prefeitura, se quisesse, poderia comprar serviços do Hospital de Portão, assim como hoje já ocorre com atendimento de urgência e emergência. O vereador lamentou que o prefeito Renato Chagas (PDT) não acolheu a demanda do movimento das mães, tendo respondido que a assistência especializada em crianças somente será disponibilizada após a inauguração do Centro de Especialidades, no Portão Novo, de segunda a sexta-feira, até 22h.

 

Levar no Hospital?

 

A preocupação dele é o que os pais irão fazer se for necessário levar seus filhos ao médico depois deste horário e aos finais de semana. O Hospital de Portão, disse Leco, não seria a solução adequada se não houver a contratação de um pediatra lá, pois hoje a comunidade já tem de recorrer a instituições em outros municípios.

Na visão de Leco, o prefeito poderia resolver o impasse apenas com uma decisão administrativa, mas tudo indica que a reivindicação das mães ficará no vazio. “O prefeito já com a decisão tomada. Tanto que já assinou aditivo ao contrato com o hospital, sendo contratado um segundo plantonista. Aconteceu igual ao episódio do IPTU: mais uma vez a comunidade não teve voz perante esta administração.”

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