PORTÃO – Fátima quer verba federal para asfaltar ruas até a Igreja de Santo Expedito

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Asfalto também facilitaria o acesso à Escola Municipal Gonçalves Dias 

Fátima, vereadora portonense – Crédito: Divulgação

A partir de uma reunião com o superintendente de Esporte, Cultura e Turismo de Portão, Pedro Lippert Jr, o Zuzu, a vereadora Fátima Tededini Coelho afirmou que vai trabalhar pelo asfaltamento da Estrada dos Corrêa. Com cerca de cinco quilômetros de extensão, a obra iniciaria na Rua Júlio de Castilhos, junto à ponte sobre o Arroio Cascalho, e seguiria até a Igreja de Santo Expedito, na localidade de Macaco Branco. O asfalto também facilitaria o acesso à Escola Municipal Gonçalves Dias, que fica na Cachoeira, a mais populosa comunidade rural de Portão.

O projeto se baseia no potencial turístico da rota, porque o santuário atrai bastante gente. “Já houve festas em que 1.500 almoços foram servidos e, além disso, é o roteiro por onde passa a procissão há mais de 20 anos”, diz a vereadora. Diante deste contexto, ela e Zuzu acreditam que Portão pode habilitar-se a uma verba federal do Ministério do Turismo. A peregrinação por Santo Expedito poderia ter seu volume ampliado à medida que a infraestrutura turística facilitar o acesso aos visitantes.

A proposta já tem o apoio do deputado federal Maurício Dziedricki (PTB), que se incumbiu de marcar uma audiência no Ministério do Turismo, em Brasília. Segundo a vereadora, diversas cidades da região já conseguiram aportes do governo federal para pavimentar estradas de terra com potencial turístico de cunho religioso, então não há porque Portão não fazer este movimento.

Homenagem 
Prestar uma homenagem póstuma ao comerciante Bento Timóteo da Costa é o propósito da Indicação 34/2021, que a vereadora Fátima encaminhou ao Executivo Municipal. A sugestão é colocar o nome dele na Estrada Campo Grande, onde residem familiares, como netos e bisnetos. “Ele foi o primeiro morador dessa rua e foi proprietário de um matadouro e açougue naquela região do interior do município. Lá, ainda é possível visualizar o restos da construção. Seu Bento tinha reconhecimento e respeito dos moradores de toda a cidade, porque era uma pessoa querida e trabalhadora”, argumenta.

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