PORTÃO – ERS-240, vacinação e violência doméstica preocupam vereadora

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Joice Dillenburg destacou pontos em fala na sessão ordinária  

Joice, vereadora da cidade de Portão – Crédito: PMP

Ao manifestar-se na Tribuna do Legislativo na sessão desta terça-feira (13), Joice Dillenburg (PDT) defendeu que os vereadores se unam em torno de um projeto para tornar a ERS-240 mais segura no perímetro urbano de Portão. Segundo ela, a principal medida é o governo estadual instalar mais lombadas eletrônicas no trecho, além de diminuir o limite de velocidade para 50 km/h nos pontos mais críticos e movimentados, como o retorno em frente à Churrascaria Faisão, onde um desastre no último dia 9 matou Daniela dos Reis Correa, 32 anos, e o filho dela, Heitor Correa Massena, de dois anos. “Infelizmente não foi o primeiro e não será o último acidente na rodovia, por isso precisamos nos unir e trabalhar para que algo seja feito logo”, apela.

Joice indica que o perímetro urbano da 240 precisa de mais fiscalização com a colocação de ao menos uma nova lombada eletrônica e de reforço na sinalização, a exemplo do que se vê na ERS-239, em Sapiranga, nas imediações da Calçados Beira-Rio. Quanto ao retorno em frente à churrascaria, ela sugere também a remoção das paradas de ônibus que existem em ambos os lados da estrada, alargamento do acostamento, reforço na iluminação pública e de mão única na Avenida Perimetral entre a 240 e a Rua Júlio de Castilhos.

Abandono vacinal 

Em seu discurso na Tribuna, a vereadora mostrou preocupação com o elevado número de pessoas que não comparecem para tomar a segunda dose da vacina contra o coronavírus. “Isso torna a primeira dose ineficaz e, além disso, tira a oportunidade de outra pessoa vacinar-se corretamente”, alerta. A orientação dela é todos conferirem a data da segunda dose na carteira de vacinação e manterem-se informados pelos canais digitais da Prefeitura de Portão.

Violência doméstica 

Joice anunciou que vai propor ao Executivo a criação de uma lei que incentive as empresas locais a dar emprego a mulheres vítimas de violência doméstica. A contratação, diz ela, será discreta para as vítimas não ficarem estigmatizadas e poderem retomar a vida de forma segura e tranquila. “A ideia é mobilizar as empresas a disponibilizar vagas com prioridade a essas vítimas, porque muitas ficam nesta situação de violência por serem dependentes economicamente do agressor.”

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