Portão – Câmara de Vereadores é parceira da Semana de Meio Ambiente

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Crédito: Divulgação.

Com o propósito de qualificar as políticas públicas ambientais e reforçar a sensibilização da população para essa causa, a Câmara de Vereadores engajou-se à Semana Municipal do Meio Ambiente 2019, que será comemorada de 3 a 7 de junho. “Este é um tema urgente e relevante. Neste contexto, o Poder Legislativo, caixa de ressonância de toda a comunidade portonense, tem de estar em posição de protagonismo, ajudando a propor mudanças e cobrando soluções para as questões prioritárias, como a gestão do lixo e o saneamento básico”, ressalta o presidente Diego Martins (MDB).

A abertura oficial da programação será no plenário da Casa, no dia 3 de junho, às 19h, com a presença de autoridades e lideranças locais. Os vereadores irão aprovar o Projeto de Lei 27/2019, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental. A nova base legal vem para construir valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas à conservação do meio ambiente, um hábito essencial à qualidade de vida e à sustentabilidade.

O ato inaugural irá contar com palestra do vereador porto-alegrense André Carús (MDB), que já foi diretor do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) da capital e tem expertise quanto à gestão de resíduos urbanos. Convidado por Diego, ele irá explicar como a cidade pode avançar em políticas ambientais a partir de um modelo que deu certo em Porto Alegre. “É um debate muito oportuno, tendo em conta que lixo, saneamento e limpeza urbana permeiam praticamente todas as sessões da Câmara. É hora, portanto, de voltarmo-nos a ações mais práticas e, ao mesmo tempo, fortalecer a conscientização nas bases, ou seja, nas escolas”, alerta.

Prioridades da cidade

Na visão do presidente do Legislativo, o Município tem grandes desafios e, neste contexto, a prioridade número um é melhorar a limpeza pública, algo somente possível com a adesão da comunidade portonense, principalmente não jogando entulhos em qualquer lugar nem lixo no chão. “Defendo que se multe quem suje a cidade, mas antes disso o governo municipal precisa criar um ecoponto para que as pessoas tenham onde depositar os resíduos, como móveis velhos, restos de construção e podas de árvores. O ideal é um pacote de ações que contenha inclusive uma forte campanha de conscientização”, expressa o vereador, porque até mesmo a segurança pública fica prejudicada com uma cidade suja.

Diego lembra que jogar lixo na rua é o mesmo que colocar dinheiro público fora, porque custa caro para a prefeitura fazer a manutenção das redes de drenagem, as quais, por sinal, precisam ser recuperadas a fim de tornar a cidade mais resiliente em eventos climáticos severos, como se viu no último final de semana de abril, quando a cidade ficou inundada. “Outra prioridade é iniciarmos um projeto para tratamento do esgoto cloacal. Não dá mais para admitir que o poder público seja um dos principais responsáveis pela contaminação dos rios e arroios. São problemas enormes, porém têm de ser enfrentados.”

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