Novo Hamburgo – Natal dos Sinos apresenta projeto para comunidade

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Crédito: Aline Schneider.

Nesta terça-feira (17/09), a CDL NH sediou a reunião do Natal dos Sinos 2019. Diversos grupos comunitários participaram do encontro para conhecer o projeto deste ano. “Nosso objetivo é a construção coletiva e o engajamento de todos”, destacou o diretor de cultura da Secult, Alex Lassakoski. Antes de detalhar as ações que devem ser realizadas nesta edição, a coordenação do evento fez uma prestação de contas das atividades do natal 2018 e ouviu o testemunho da comunidade que participou das atrações passadas.

 O Natal dos Sinos é um projeto da CDL NH com realização da Prefeitura Municipal e Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo. Este ano, a programação esta prevista para ocorrer de 01 a 22 de dezembro. “As atividades serão concentradas na Praça do Imigrante (chafariz), no calçadão Oswaldo Cruz e em 9 bairros”, anuncia a coordenadora executiva do Natal dos Sinos, Heloísa Muller. Nos 16 dias de evento, estão previstas atrações musicais, dança, apresentação circense, espetáculos teatrais, desfile cênico, coral e caminhadas luminosas.

O diretor executivo da Fenac, Mauro de Paula, foi um dos presentes na reunião e ressaltou a importância da cidade investir em iniciativas como esta.

A coordenadora da Smed, Tânia Donaduzzi, aprovou a ampliação dos bairros e os espetáculos na praça e no calçadão. Já Valéria Barcellos, da Economia Solidária, ficou encantada com a árvore das fitas.

“O Natal dos Sinos deixa nossa cidade mais bonita, atrai consumidores de outros municípios e gera emprego temporário para cerca de 300 pessoas”, diz o presidente da CDL NH, Jorge Stoffel. “A Administração Municipal acredita que a celebração do Natal, em 2019, terá ainda mais vigor pois a comunidade desfrutará, além da programação cultural, de um centro plenamente revitalizado”, comenta o secretário de cultura, Ralfe Cardoso. “As empresas que desejarem viabilizar o projeto através da Lei Federal de Incentivo à Cultura podem doar parte do lucro real ao invés de canalizar para o Imposto de Renda”, explica o diretor de cultura da Secult, Alex Lassakoski.

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