Novo Hamburgo – Instalação de redes subterrâneas provoca abre e fecha de buracos

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Troca de redes subterrêneas exige que buracos sejam abertos mais de uma vez na mesma área

Revitalização do Centro compreende nove ruas, como a Joaquim Nabuco / Crédito: Tatiane Brandão.

A troca das redes subterrâneas nas ruas que recebem as obras de revitalização do Programa de Desenvolvimento Municipal Integrado (PDMI) exige que os buracos sejam abertos mais de uma vez na mesma área. O fato causa estranheza para quem não sabe que estão sendo trocados os canos da rede pluvial, cloacal, de água, elétrica e de lógica (computadores e telefonia). Todas elas são feitas em etapas distintas, já que exigem aberturas diferentes, em altura e largura diferentes. Porém, quase todas nos mesmos lados das ruas. A revitalização do Centro compreende nove ruas: Cinco de Abril, Lima e Silva, Cidade de Atlântida, Primeiro de Março, Joaquim Nabuco, Magalhães Calvet, David Canabarro, Pedro Adams Filho e Povo de Canelones, além da Praça do Imigrante e Calçadão Osvaldo Cruz. Atualmente, a Joaquim Nabuco e David Canabarro.

Conforme o engenheiro do consórcio responsável pela obra, Joe José de David, a pluvial é a rede maior e mais larga. Após a instalação dela, camadas de terra ajudam a formar a base e dar sustentação para a rede cloacal e, por fim, a de água. Elas são muito próximas umas das outras e faz com que pareça ser no mesmo lugar, mas nem sempre é. Geralmente a de lógica fica nas calçadas, assim como a elétrica. Todas as ruas obedecem a uma ordem de execução sendo feita primeiro as mais profundas e depois as mais rasas. Na Joaquim Nabuco, por exemplo, ontem estava sendo reaberto um ponto na esquina com a Magalhães Calvet para a integração das redes da Comusa. A rede de água é a última subterrânea a ser feita.

Além das redes exigirem mais de uma abertura das valas, em muitas vezes também se fez necessário fechar as ruas para liberar o trânsito de veículos e pedestres em finais de semana e feriados. Nas ruas Lima e Silva e Cinco de Abril o trabalho ainda foi reforçado pelo fato de que na frente dos prédios todas as noites os buracos deveriam estar fechados para garantir o acesso às garagens.

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