Dodge estuda medidas judiciais para derrubar liminar de Marco Aurélio Mello

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Para a procuradora-geral da República, a prisão após condenação em 2ª instância é o que garante o fim da impunidade e assegura a credibilidade das instituições. Raquel Dodge também reforçou que essa medida é compatível com a Constituição – argumento que ela já apresentou ao STF durante debate sobre o tema.

Procuradora Raquel Dodge. Crédito: José Cruz/Agência Brasil.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, está neste momento reunida com a equipe dela para justamente analisar quais medidas judiciais podem ser adotadas para derrubar essa liminar. Para Dodge, a prisão em segunda instância é o que garante o fim da impunidade e assegura a credibilidade das instituições.

A procuradora também entende que esse tipo de prisão é compatível com a constituição, argumento que ela inclusive já apresentou ao STF durante o debate sobre o tema lá no plenário.

A PGR afirma que ainda não foi intimada oficialmente da decisão monocrática de Marco Aurélio, mas já analisa recursos que possam derrubar essa liminar, que, a gente lembra, beneficia o ex-presidente Lula, que hoje está preso devido a condenação em segunda instância. Depois dessa liminar, o Partido dos Trabalhadores já entrou com o alvará de soltura referente ao ex-presidente.

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