Brasil tem 941 mortes e 17.857 casos confirmados de coronavírus

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Entre quarta e quinta-feira foram mais 1.930 casos e 141 mortes somadas às estatísticas

Boletim diário apresentou 141 mortes em 24h – Crédito: Reprodução YouTube

O Ministério da Saúde atualizou os números da pandemia de coronavírus no Brasil na tarde desta quinta-feira (9). Até as 14h, eram 17.857 casos e 941 mortes confirmadas. Foram 141 óbitos e 1.930 novos infectados registrados nas últimas 24 horas. É a maior quantidade de mortes confirmadas no intervalo de um dia registrado até o momento no país. A taxa de letalidade segue subindo e já está em 5,3%.

A apresentação dos números do Ministério da Saúde foi feita mais uma vez pelo secretário de vigilância em saúde, Wanderson de Oliveira, e o secretário-executivo, João Gabbardo dos Reis. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, não estava presente.

Isolamento social

Perguntado sobre o afrouxamento das medidas de redução do deslocamento social em algumas localidades, o secretário Gabbardo relembrou a fala do ministro Mandetta, porém se mostrou flexível. “Nós devemos dar a máxima atenção à questão da mobilidade social nesses locais. Isso não significa que os Estados tenham que manter todos os municípios com este mesmo comportamento, uma vez que o número de casos nesses municípios é baixo ou zero. Então não temos nenhuma crítica em abrir esses municípios”, pontuou.

Ele ressaltou que em cidades onde o sistema de saúde está preparado com EPI’s e leitos suficientes para quando o número de infectados subir, as autoridades tem o poder de avaliar individualmente a retomada de circulação da população. Porém, grandes centros urbanos como as capitais, ainda não devem considerar o fim do isolamento social.

Há um levantamento do Ministério da Saúde de que cerca de 86% dos municípios do Brasil não têm nenhum indício de caso de coronavírus. O mesmo boletim, encontrado no site do órgão, traz sugestões e indicativos atualizados para auxiliar os gestores municipais a decidirem como agir em relação a sua cidade. “Qualquer decisão adotada tenha como premissa primordial a existência de leitos, respiradores e equipamentos de proteção individual. Tem que levar isso em consideração para tomar qualquer decisão”, alertou Wanderson.

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