Idealizador do Instituto Caldeira recebe homenagem na Assembleia Legislativa

O empresário Marciano Testa recebeu a medalha da 55° legislatura da deputada Any Ortiz na última quinta-feira (7)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul concedeu a medalha da 55° legislatura para o empresário e fundador do Conselho de Administração da AGI, e presidente do Conselho do Instituto Caldeira, Marciano Testa. A solenidade ocorreu no final da tarde da última quinta feira (07), por iniciativa da deputada estadual Any Ortiz.

A honraria estadual contemplou a história empreendedora de Testa, que começou vendendo os bolos de chocolate da mãe na infância, e, por ter dificuldade de conseguir crédito no início da vida profissional, foi inspirado a entrar no ramo em busca de facilitar o acesso ao financiamento bancário. Quando conquistou o capital para investir, aos 33 anos, fundou a própria financeira, a Agiplan. Em seguida, incorporaria o Banco Gerador de Recife ganhando a autorização para ser uma instituição comercial, que originou o Agibank.

Em 2015, a organização se tornou a AGI, com mais de 5 mil colaboradores, 4 milhões de clientes e 900 pontos de atendimento em todo o Brasil. Com 15 milhões de reais em ativos, e, com previsão de receita líquida de 4 bilhões em 2022. “O Marciano Testa é um empreendedor, um visionário. Ele representa um ideal de sucesso que alavanca o desenvolvimento do Rio Grande e do Brasil”, ressalta Any Ortiz.

Ao buscar profissionais qualificados na área de tecnologia, o empresário percebeu o grande déficit destas habilidades no mercado de trabalho. A experiência resultaria na idealização do Instituto Caldeira, pólo tecnológico em Porto Alegre, com 42 empresas fundadoras, 330 empresas conectadas, mais de 700 startups e mais de 15 hubs nacionais e internacionais.

O empresário conta que o Instituto Caldeira, através do recém lançado Campus Caldeira, receberá 500 jovens em situação de vulnerabilidade para serem formados com skills (habilidades) em tecnologia que tem sido demanda em todo o mundo: “O Brasil tem dois comportamentos quando se trata de empreender, o primeiro é o ato de coragem e o segundo é a inocência sobre os riscos. Para que menos jovens tenham que aprender na prática e passar por menos dificuldades como as que eu passei, será oferecida essa capacitação”.

De acordo com a deputada, o Rio Grande do Sul exporta muitos talentos, caso de Marciano Testa, “Existe uma dificuldade na retenção de mão de obra especializada. Temos um Estado burocrático, que ainda atrapalha em muitos casos. Quando um empreendedor abre oportunidades de trabalho, ele está permitindo que mais pessoas cheguem onde ele chegou”, lembra Any.

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