Hamburguense encaminha jogadores a Portugal

Ex-coordenador do Botafogo de NH, Paulinho Schneider representa o Leixões no Brasil

Novo Hamburgo – Após anos atuando como coordenador técnico das categorias de base do Botafogo Futebol Clube, de Novo Hamburgo, o técnico de futebol Paulinho Schneider alça voos maiores, agora como agente de atletas. Natural de Ivoti, esse hamburguense de coração prepara a ida de três jogadores profissionais brasileiros (dois deles oriundos da categoria de base do Esporte Clube Novo Hamburgo) para a Europa.

O zagueiro Alan, de 22 anos, que atuava pelo Pratense, de Nova Prata; Pedro Henrique, 20, goleiro e o atacante Wesley, de 21 anos, que estavam na categoria de base do Anilado, estão prestes a se mudar para Portugal, onde irão servir o Leixões, na próxima temporada, pela Segunda Divisão do Campeonato Português. “A janela de transferências fecha em 31 de janeiro e estamos preparando tudo, contrato e vistos de trabalho desses atletas. Eles embarcam no fim de maio para Portugal”, explica Schneider, que também representa o clube aqui no Brasil.

A negociação com a equipe portuguesa consolida a recente atividade profissional de Paulinho, que iniciou ainda na Europa, há cerca de quatro anos, quando teve experiências no futebol de Portugal, Espanha, Alemanha, Hungria e Polônia (onde chegou a dirigir uma equipe profissional). 

Mas o encaminhamento de jogadores de base para clubes profissionais não é recente na vida do ex-jogador. Ainda no Botafogo, dezenas de atletas das categorias inferiores foram contratados por clubes brasileiros e até europeus, como foi o caso de três jogadores sub-19 que disputaram um campeonato Saudades (SC) e que foram levados por empresário italianos para a Europa. 

Entre eles, Jorginho, atual volante do Chelsea e da seleção italiana. “Esse caso (do Jorginho) foi muito curioso. Ele morava em Itajaí e estava nessa partida que estávamos disputando em Santa Catarina, mas não era da nossa equipe. Ele me pediu para que o colocasse em campo e acabou atuando por uns quinze minutos, o que acabou determinando que esses empresários italianos o levassem para a Europa”, lembra.

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