NOVO HAMBURGO – Educação hamburguense é destaque no Jornal Nacional

Principal telejornal da Rede Globo destacou que 60% dos estudantes da rede municipal já voltaram às aulas presenciais 

A retomada do ensino presencial e o projeto para receber os alunos de volta organizado pela Secretaria de Educação de Novo Hamburgo foi o destaque de reportagem de aproximadamente três minutos do Jornal Nacional, da Rede Globo.  As aulas presenciais entraram no terceiro mês e sem aumento nos casos de Covid. Na reportagem, foram mostradas visitas a famílias realizadas pela Secretaria de Educação e também a Escola Municipal de Ensino Fundamental Adolfina Diefenthäler, no bairro Vila Dhiel.  

Funcionários municipais da educação têm realizado visitas a famílias desde julho, dois meses depois da volta às aulas presenciais em Novo Hamburgo. Mais de 100 alunos tinham perdido o vínculo com as escolas desde o início da pandemia e a busca pela redução da evasão escolar tem norteado o projeto. 

“Nós já trouxemos muitos alunos de volta. Os pais achavam: ‘Não precisa, agora não é obrigatório’, ou porque a criança mesmo estava trabalhando, já explorando esse foco importante que nós temos que atacar: o trabalho infantil. Cada aluno é importante para nós, cada aluno tem o direito de estar na escola”, explicou Maristela Guasselli, secretária Municipal de Educação, em entrevista. 

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Sessenta por cento dos estudantes da rede municipal já voltaram às aulas presenciais, mas o número de casos de Covid não aumentou, nem entre os professores. Eram 76 infectados quando as aulas ainda eram só online e eles estavam em casa. Agora, três meses depois, são 36 casos positivos, nenhum com gravidade. 

Conquistado o tão esperado retorno, é hora de vencer novos desafios. Os educadores precisam motivar os alunos a continuar estudando. Para isso, desenvolvem estratégias para recuperar o aprendizado perdido depois de um ano de escolas fechadas. Um trabalho que une educação, saúde e assistência social e que, mês a mês, vem trazendo mais alunos de volta. 

“A gente liga. A família não consegue vir aqui, não é o melhor horário, não consegue, a gente vai na casa. Esse ouvir, dar essa atenção, entender o problema e tentar, juntos, como que nós vamos resolver, eu acho que é bem importante. A família se sente acolhida e não se sente julgada”, esclareceu a diretora da escola Adolfina Diefenthäler Andrea Zimmer.

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