Vereadores de Novo Hamburgo conhecem projeto que pode ser base para futuro Restaurante Popular

Objetivo de visita a Canoas foi verificar o que pode ser reproduzido no futuro restaurante semelhante em Novo Hamburgo 

Um grupo de vereadores de Novo Hamburgo foi ao município de Canoas na manhã de quarta, 9, para conhecer detalhes sobre o projeto do Restaurante Popular de Canoas, localizado na avenida Boqueirão. O objetivo foi verificar o que pode ser reproduzido no futuro restaurante semelhante em Novo Hamburgo, que será proposto.  

Estiveram na visitação os parlamentares Ito Luciano (PTB), proponente da saída e um dos idealizadores da ação Novo Hamburgo Sem Fome; Lourdes Valim (Republicanos), autora de projeto de lei em tramitação que sugere a criação do programa Restaurante Solidário em Novo Hamburgo; Darlan Oliveira (PDT); Semilda – Tita (PSDB); Sergio Hanich (MDB); e Vladi Lourenço (PSDB). O grupo foi acompanhado pelo secretário da Cidadania de Canoas, Paulo Bogado, e pelo presidente do Legislativo canoense, Marcio Freitas, que explicaram à comitiva hamburguense como ocorreu a implementação da unidade. Em cerca de 40 dias, já foram servidos aos usuários mais de 5,5 mil almoços. 

Informações 

Assim como Novo Hamburgo, a cidade de Guaíba também buscou informações para montar serviço semelhante à sua população, adotando a ata do pregão realizado em Canoas, cujo valor unitário por refeição foi de R$ 10,90, segundo o titular da pasta. O serviço é realizado pela Eccel Alimentos, de Estância Velha. 

“Todos nós, vereadores, ficamos muito satisfeitos. Fecha na ideia que pensávamos. Teremos acesso a todo o processo que foi adotado lá para que possamos implantá-lo aqui. Obviamente vamos ter que fazer uma comissão e buscar o Executivo. É uma grande solução para amenizar a necessidade da população”, avaliou Ito após a conversa com o secretário. 

Serviço 

Conforme Bogado, são oferecidos 200 almoços por dia ao custo de R$ 1,00 para os inscritos no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), por meio dos Cras. Já para a população de rua, não há custo. Bogado esclareceu que essa medida foi tomada para não estimular que esses usuários pedissem esmolas para pagar a refeição. Para evitar aglomerações no local, são distribuídas fichas, com horário e o dia para acessarem o restaurante. O secretário informou ainda que são permitidas 40 pessoas a cada 30 minutos. 

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