ESTÂNCIA VELHA – Ação alerta sobre abuso e exploração sexual infantil

Dara foi criada em 1973 para alertar sobre a importância do cuidado 

Ocorreu nesta quarta-feira, na Praça 1º de Maio, uma ação conscientizando a população sobre o abuso e exploração sexual infantil. Sinais que crianças abusadas sexualmente podem mostrar – casos que se intensificaram na pandemia -, como denunciar e para quem ligar, estes foram alguns dos alertas feitos na ação. A dona de casa Érica Machado, 56 anos, valorizou a ação. Ela caminhava pela área central com o neto e recebeu o folder da campanha. 

Além da distribuição de folders orientativos, a Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com o Conselho Tutelar e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, promoveu uma live sobre o tema pela manhã. O encontro, que foi transmitido na página da Prefeitura no Facebook, contou com a participação das advogadas Vanessa Flores Attoloni e Valesca Cardoso. O secretário José Dresch destaca que as ações de hoje fazem parte do “Maio Laranja”, período destacado no calendário para chamar a atenção para o tema.

“Esse assunto deve ser lembrado sempre pelas pessoas. É muito importante que todos prestes atenção nos sinais que as crianças dão, já que o abuso sexual infantil acontece de maneira extremamente camuflada. Por isso, a nossa conscientização hoje” declarou Carla Torres, coordenadora do Conselho Tutelar de Estância Velha. 

Dia Nacional 

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi criado para relembrar o caso da menina Araceli Crespo, de Vitória (Espírito Santo), que, em 1973, foi violentada e assassinada brutalmente por homens. “É muito importante lembrar do caso da Araceli. Usamos esse dia justamente para homenagear ela, e para não esquecermos deste caso brutal” explicou Edemea Silva da Rosa, integrante do Conselho da Criança e do Adolescente. Para Edemea, o que é importante ressaltar, neste momento, é que em caso de qualquer suspeita ou sinal que a criança demonstrar, o número para discar é 100, dos Direitos Humanos.

Outro canal de socorro para crianças e adolescentes vítimas de qualquer tipo de violência é o 153, da Guarda Municipal, ou 99849-6148, número do plantão do Conselho Tutelar. 

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