Governistas pedem anulação da Mesa Diretora

Postado por Ari Schneider  /   dezembro 20, 2018  /   Postado em Geral  /   Nenhum comentário

Crédito: Divulgação.

Os vereadores da base do governo de Renato Chagas, solicitam a anulação da eleição da mesa diretora da Câmara de Portão, que elegeu Diego Martins (MDB) como o novo Presidente. O pedido, que foi apresentado no dia 11 de dezembro, tem por argumento o horário de protocolo da chapa do emedebista.

Segundo a solicitação, assinada pelos vereadores Ari de Oliveira (Solidariedade), Luiz Carlos Bandeira da Rosa (Solidariedade), João Pedro Gaspar dos Santos (PT), Jorge Rodrigues Flores (PSB) e José Volmar Wogt (PDT), a chapa foi protocolada as 16:43 e estaria fora do prazo, visto que o horário de expediente da casa é das 7h às 13 h.

Crédito: Divulgação.

O Presidente eleito, Diego Martins (MDB), usa em sua defesa o regimento interno da Câmara Municipal e conta que teve dificuldades para registrar a sua chapa, “o regimento interno diz que temos até duas horas antes da Sessão para protocolar as chapas. No dia da eleição, fui informado que o expediente seria normal, somente até as 13h. Então começou a discussão, pois se tenho até duas horas antes para registro, é necessário fazer plantão. Os funcionários da casa ameaçaram fazer “corpo mole”, pois são cargos do atual presidente, mas por fim concordaram e fizeram o plantão e pudemos registrar a nossa chapa”.

Martins, ainda destaca que o governo municipal, liderado pelo Prefeito Renato Chagas, promove mais um momento conturbado para política da cidade, “o governo dá mais uma demonstração de truculência, de ditadura, a exemplo do que aconteceu no episódio do IPTU. Eu falei hoje de noite ainda: “Hoje é mais uma página triste da história de portão.” A Câmara de vereadores está se notabilizando no ano de 2018 pela truculência, por não atender os requisitos do regimento para atender os interesses da prefeitura, para atender os interesses do governo, os interesses de que o orçamento da Câmara, que a sua economia seja totalmente devolvida pra prefeitura, para pagar custeio, para pagar sabe Deus o que”.

O parlamentar, afirma que buscará o seu direito e que fará o possível para que a democracia prevaleça.

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