Vereador Diego Martins volta a pedir Ecoponto, mas diz que povo tem que colaborar

Postado por Ari Schneider  /   novembro 30, 2018  /   Postado em Geral  /   Nenhum comentário

Diego destacou a ampliação da escola Santo Antônio, obra reivindicada por ele ainda em 2015

Além de apresentar duas reivindicações formais para limpeza em áreas públicas, na praça do Parque Netto e as ruas do Portão Novo, Diego Martins ocupou a Tribuna na sessão de segunda, dia 26, para pedir que comunidade e governo se unam com o fim de acabar com lixos e entulhos espalhados pela cidade. Na visão dele, a prefeitura precisa construir um local onde a população possa levar resíduos como móveis velhos, detritos de obras e restos de galhos. Contudo, os moradores também precisam cooperar, principalmente seguindo o cronograma de recolhimento da Secretaria de Obras e não colocando os materiais em locais proibidos, como áreas verdes.

Hoje, é comum ver novos montes de lixo se formando poucas horas após o Município ter feito a coleta. “Não tem sessão que a questão da limpeza não entra em pauta. E muito disso ocorre em função da educação. A prefeitura tem cada vez menos funcionários para isso e as empreiteiras têm problemas. Ao mesmo tempo, recebo todas as semanas reclamações dos mesmos lugares. Mas quem é que vai lá sujar? A prefeitura? Não. É a comunidade”, diz Diego, que lamenta desperdício de dinheiro público por falta de parceria entre a administração municipal e cidadãos portonenses.

Em sua fala, o emedebista também reiterou pedido dos moradores do loteamento Winck para substituir a areia da quadra do bairro por grama para evitar o bicho geográfico, e destacou a ampliação da Escola Municipal Santo Antônio, na Vila São Luiz, que será reinaugurada no próximo dia 6. Segundo Diego, o investimento teve início a partir de uma reivindicação sua à então prefeita Maria Odete Rigon, ainda abril de 2015, em parceria com aquela comunidade escolar.

Ainda sobre a Vila São Luiz, o parlamentar disse que o proprietário da área vizinha à Escola Santo Antônio continua disposto a doar uma parte da terra para construção de área de lazer e abertura de rua. Contudo, falas de vereadores em sessões anteriores sobre falta de limpeza geraram constrangimento ao dono do imóvel. “A cedência da área foi uma promessa feita a mim, ainda no outro governo. É uma questão que depende apenas da venda daquele terreno, que é de interesse do proprietário”, cita. O assunto será debatido em reunião com o prefeito Renato Chagas, porque há uma controvérsia em relação aos tributos incidentes sobre a terra.

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