Má gestão de resíduos leva ao desperdício de dinheiro público, alerta Diego Martins

Postado por Ari Schneider  /   novembro 16, 2018  /   Postado em @destaque-texto  /   Nenhum comentário

O vereador ressaltou que é hora de o governo municipal investir em ecopontos

A colocação de entulhos em uma área pública na rua Imbuia, bairro São Jorge, junto ao espaço onde seria construída uma pista de bicicross, preocupa Diego Martins. O vereador alerta que a população tem jogado móveis velhos e outros resíduos no local como se ali fosse um depósito de lixo. Essa prática lesa os cofres municipais, porque depois a prefeitura precisa gastar dinheiro para remover os detritos a um local apropriado.

Em sua manifestação na tribuna, na sessão da última segunda-feira, dia 12, ele ressaltou que é hora de o governo municipal investir em ecopontos, uma ideia que ele defende desde a gestão anterior. “Se a Prefeitura aceitasse nossa parceria para os ecopontos, se tivesse um local adequado para o descarte, tenho certeza que iriam diminuir os resíduos em pontos inadequados.”

Durante a sessão plenária, o parlamentar também apresentou o Pedido de Informação nº 30/2018, em que questiona o prefeito Renato Chagas sobre o que será feito da área onde teve início a construção da pista de BMX, na rua Imbuia.

Outra questão a preocupar o vereador é a circulação de cavalos soltos nos bairros e na área central, porque eles causam acidentes e reviram lixeiras nas residências. A sugestão dele é que os animais sejam recolhidos e depois destinados a um centro de equoterapia em Portão para o tratamento de crianças com deficiência. “Desta forma se resolveria o problema constante de cavalos soltos em via pública e, além disso, se ajudaria no tratamento de crianças com limitações físicas ou intelectuais.”

Por meio do Pedido de Providência nº 135/2018, Diego solicita estudo de trânsito para a rua São José. Para ele, em vez de o Município transformá-la em via de mão única, deveria implantar estacionamento de caminhões apenas para carga e descarga. Além disso, deveria atuar para que as calçadas tenham boas condições de uso por parte dos pedestres.

Com a adoção dessas medidas, não seria necessário fazer sentido único na São José, hipótese que traria descontentamento a alguns moradores e comerciantes. “Sem caminhões estacionados o dia todo, a rua teria uma fluidez melhor”, afirma.

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