Na caça de sorrisos, Hospital Municipal sofre uma invasão de felicidade

Postado por Ari Schneider  /   novembro 07, 2018  /   Postado em Geral  /   Nenhum comentário

Grupo voluntário Caçadores de Sorriso de Novo Hamburgo percorreu todas as alas do hospital, surpreendendo pacientes e acompanhantes

Branca de Neve, Mulher Maravilha, palhaços, bruxa e outros personagens quebraram o silêncio nos corredores e quartos do Hospital Municipal de Novo Hamburgo neste fim de semana. Com uma superdose de alegria, música e carinho, o grupo voluntário Caçadores de Sorriso percorreu todas as alas do hospital, surpreendendo pacientes e acompanhantes que foram contaminados por essa “invasão de felicidade”.

Para a gerente Assistencial da Fundação de Saúde de Novo Hamburgo, Fernanda Fazenda Machado, ações voltadas a amenizar o sofrimento dos pacientes e familiares são bem-vindas. “No ambiente hospitalar, as pessoas estão fragilizadas. Despertar o sorriso, através de atividades lúdicas, é uma forma de confortar e motivar os pacientes a quererem melhorar”, comenta.

Ao passar pelas alas do Hospital – Emergência, Maternidade, Unidades Águia, Sabiá e Beija-Flor, em cada quarto visitado, muitos abraços e sorrisos compartilhados. “Nunca tinha visto. É muito bonito”, disse o aposentado Benildo Pessoa de Oliveira, de 73 anos, que estava acompanhando o filho internado há três dias. A visita foi como um revigorante para Benildo, que não se intimidou em dar uns passos de dança.

“Um ambiente de hospital é sempre triste. Aqui, a gente está quieto, com a expectativa de melhorar logo e ir para casa. Daí eles chegam e alegram. Isso é muito bom”, diz o motorista Genesio Pereira, de 44 anos, internado desde a última terça-feira. Salete Natalina, de 67 anos, também quis registrar o momento e tirou uma foto com o grupo.

Com o lema Mais que um ato de bondade, caçar sorriso é doação de amor e carinho, o grupo voluntário Caçadores de Sorriso de Novo Hamburgo foi criado em 2013, quando começou a visitar hospitais, asilos, abrigos de crianças, entidades assistenciais e comunidades carentes.

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