Evento (Des)fazendo a Diferença ganha a Praça da Bandeira no dia 22

Postado por Ari Schneider  /   agosto 18, 2018  /   Postado em Geral  /   Nenhum comentário

Ação realizada por meio de parceria entre entidades socioassistenciais, terá atrações culturais e atividades sensoriais pela Semana Nacional da Pessoa com Deficiência

Cinco entidades e um movimento cultural realizam, com apoio da Coordenadoria de Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), e da Secretaria de Saúde, um importante evento de impacto social. O encontro “(Des)fazendo a Diferença” ocorre no dia 22, uma quarta-feira, das 13h às 17 horas, na Praça da Bandeira.

A tarde integra a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que vai de 21 a 28 de agosto, e tem a participação da Associação dos Lesados Medulares do Rio Grande do Sul (Leme), da Associação dos Deficientes Visuais de Novo Hamburgo (Adevis-NH), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Novo Hamburgo (Apae-NH), da Associação dos Deficientes Físicos de Novo Hamburgo (Adefi-NH) e da Associação dos Familiares e Amigos do Down de Novo Hamburgo (Afad-21). A organização do evento conta, ainda, com o movimento Casa da Praça, que traz atividades sensoriais e apresentações culturais para o espaço público conhecido como “Praça do Coreto”, em frente à Biblioteca Pública Machado de Assis.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo, Roberto Daniel Bota, o “(Des)fazendo a Diferença” se propõe a ações unificadas de inclusão social e de combate a toda forma de discriminação. “Queremos sensibilizar a população, mostrando as potencialidades das pessoas com alguma deficiência e chamar a atenção de todos para as suas necessidades no dia a dia da cidade.”

Entre os organizadores da ação está a assistente social Ana Paula Piardi, que trabalha na Adevis e na Leme. De acordo com ela, a proposta é mostrar a autonomia e o papel social da pessoa com deficiência por meio de uma importante ação comandada por agentes sociais. “Queremos criar e manter o ambiente de respeito às diferenças, afinal, ser diferente é normal”, sublinha Ana Paula, ao dar a dimensão da importância desse tipo de mobilização a favor de uma cultura de paz e justiça social.

 

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