Mauricio Dziedrick e Elivir Desiam querem ser os representantes da região nos parlamentos Federal e Estadual

Postado por Ari Schneider  /   junho 11, 2018  /   Postado em Geral  /   Nenhum comentário

Pré-candidatos do PTB apresentaram suas ideias para melhorar a vida dos gaúchos

Fazer política de verdade, sem cerimônia e olho no olho. Esta é a forma de trabalho dos Pré-candidatos do PTB à Câmara Federal, Mauricio Dziedrick, e a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Elivir Desiam – o Toco. O Ex-prefeito de Estância Velha e o Deputado Estadual, estiveram na redação do Jornal RS na noite de quarta-feira (6) para apresentar suas ideias para o futuro do Brasil e do Rio Grande do Sul.

Segurança pública e empreendedorismo são as principais bandeiras dos candidatos. Segundo Dziedrick, as propostas dos pré-candidatos não são apenas para conquistar eleitores, mas sim apresentar resultados da capacidade dos dois como representantes públicos.

“Sou o autor do Programa Gaúcho de Microcrédito, que concedeu mais de R$ 550 milhões para mais de 115 mil gaúchos a uma taxa de juros menores do que a poupança. Nós pensando de um jeito diferente, ao invés de seguir aquilo que geralmente se faz no sistema tradicional de emprestar dinheiro para quem tem, nós demos a oportunidade para quem queria construir seu próprio negócio”, afirma Mauricio que completa “Sou o autor do cadastro estadual de pedófilos, lei que garante o cadastro de todo o tipo de crime e exploração sexual de crianças para prevenir que este tipo de crime aconteça”, conclui.

Quanto à nova política, ambos apontam que atualmente, os governantes governam de um jeito burro, por não investir em prevenção e atuando somente na reação. “Um exemplo é a saúde, a Organização Mundial da Saúde diz que para cada dolar investido em prevenção, economiza-se 4 dolares em reação. Mas, no Brasil, no Rio Grande do Sul, os governos como um todo, têm sido muito burros porque gasta mais na reação e não investe na prevenção”, aponta Maurício.

Toco aponta que, tanto ele, quanto Maurício, possuem uma visão não apenas política dos poderes públicos, mas também voltada à gestão. “A política hoje está caminhando cada vez mais para a gestão. Uma família não pode gastar mais do que ganha, se não terá problemas. Assim é com os Estados, Municípios e com o Pais”, aponta o ex-prefeito de Estância Velha por dois mandatos e conclui afirmando que “se os políticos não fizerem uma boa gestão, eles vão ficar quatro anos sentados em uma cadeira de enfeite”

Ambos querem ser os representantes dos Vale dos Sinos, do Paranhana e do Caí, focando nas regiões as quais eles realmente podem fazer a diferença. “Não adianta sermos mais um em vários lugares. Temos que ser alguém em algum lugar”, afirma Elivir.

Sobre o descrédito da política
Quando abordados a respeito do atual cenário político brasileiro, ambos se dizem otimistas quanto ao futuro do Brasil. Entretanto, se veem preocupados com formação do brasileiro como cidadão.

“Sou otimista quanto ao cenário político, porque sei que eu e o Toco fazemos política boa. Mas meu otimismo sofre um revés sempre que vemos os problemas de formação do indivíduo no Brasil. Não é só na política que ouvimos falar de corrupção. Fui membro da CPI das próteses, onde médicos que faziam cirurgias desnecessárias só para ganhar propina”, afirma Mauricio.

Outro exemplo citado pelos pré-candidatos é o que foi mostrado na televisão durante a greve dos caminhoneiros, quando donos de postos de combustíveis aumentaram os preços dos combustíveis para lucrar com o sofrimento do povo brasileiro. “Outra situação é a da senhora que comprou 45 KG de arroz após as notícias sobre a possibilidade de desabastecimento. Quando questionada pelo repórter, disse que em tempos de crise ela precisava pensar nela e não no coletivo”, afirma Dziedrick.

Votos em branco e nulos
O deputado estadual se mostrou bastante preocupado a respeito de informações que circulam nas redes sociais a quais dizem que se 51% dos votos forem brancos e nulos, a eleição será anulada. “Isso é uma mentira inventada pelos partidos mais mobilizados e com a militância mais ativa que tem a espectativa de uma hegemonia de poder”, afirma o Deputado.

Elivir explica como funciona a eleição. “Na eleição, são contados só os votos válidos. Se só uma pessoa não votar em branco, o candidato escolhido se elege com 100% dos votos.

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