Saúde e urbanismo de Estância Velha preocupam presidente da Câmara

Postado por Ari Schneider  /   novembro 20, 2014  /   Postado em @destaque-foto, @destaque-texto, Geral  /   Nenhum comentário

Prestes a deixar a presidência da Câmara de Vereadores de Estância Velha, depois de duas gestões (2013 e 2014) de muita austeridade, o vereador Lotário Seevald, o Saci do PSB, vê a Saúde e o urbanismo do município como duas frentes preocupantes. Demonstrando pulso firme, Lotário, nos dois anos que presidiu o Legislativo estanciense, promoveu uma série de medidas que trouxeram cortes de gastos significativos. Inclusive, um de seus últimos atos como presidente, antes de passar o cargo ao seu sucessor (eleição da nova Mesa Diretiva deve acontecer em 16 de dezembro), será devolver cerca de R$ 400 mil ao Executivo, fruto das economias na Câmara. Na última segunda-feira, o Legislativo já repassou R$ 700 mil, para a Prefeitura pagar a mensalidade do Hospital.
A Saúde Pública é uma das principais preocupações de Lotário no atual momento de Estância Velha. O vereador aprova a terceirização do Hospital Getúlio Vargas, mas se preocupa com o reaproveitamento dos funcionários municipais que foram para outras áreas quando o Instituto de Saúde e Educação Vida (ISEV) assumiu. “Quando o ISEV assumiu o Hospital, mais de cem servidores municipais foram cedidos, mas muitos não ficaram e foram relocados em outras atividades e poderiam estar sendo melhor aproveitados”, observa. O vereador também entende que o atendimento nos postos de saúde dos bairros deveria ter seu horário estendido para facilitar a vida de quem precisa, principalmente no início da noite.
Outra preocupação de Lotário é a urbanização de Estância Velha. Ele observa que a cidade está “inchando”, sem os devidos cuidados com toda a sua infraestrutura. “Só para se ter uma ideia, estamos com uma defasagem de 1000 vagas nas creches, pois nascem mais de 600 crianças por ano em Estância Velha e são oferecidas pouco mais de 400 novas vagas. O que fazer com esse excedente?”, exemplifica. Há também toda uma gama de melhorias que vão desde ampliação do setor viário até o sistema adequado de esgoto e coleta de resíduos. Uma forma de amenizar esse problema e trazer algumas reservas seria ampliar de 20% para 40% a obrigatoriedade de área verde nos novos loteamentos. Também, na opinião de Lotário, o município deveria exigir mais e fiscalizar mais a atuação dos loteadores, para que não recaia sobre a Prefeitura melhorias básicas como a colocação de tubulação adequada para o esgoto pluvial. “Tem que fiscalizar, para que o loteador não use um cano de 20mm quando necessita um de 100mm”, diz o presidente da Câmara.

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